Encenação do reaparecimento das armas de Tancos esteve para ser um musical de Filipe La Feria

Mário Botequilha 7 de Maio de 2020

O Ministério Público não tem dúvidas: Filipe La Feria foi contactado para encenar a hilariante e musical aparição das armas de Tancos, na Chamusca, e chegou a fazer planos para contratar corpo de baile, elenco, três tocadores de oboé da Filarmónica de Berlim, um pangolim, Uma Thurman e Gil, a mascote da Expo 98, que teria aqui o seu regresso em grande aos palcos. A encenação da devolução das granadas e bazucas acabou por apostar numa estética mais próxima de “The Big Lebowski”, cruzada com “Maria! Não me mates, que sou tua mãe!”, numa simbiose Cohen/Camilo muito saudada pela crítica turca. A PGR insiste que Azeredo Lopes foi essencial para a farsa de Tancos, não só porque levou rissóis para todos, mas também por ter evitado o plano inicial da GNR de Loulé de as RPG e G3 aparecerem milagrosamente em cima de uma azinheira.

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