Greve de zelo: enfermeiros deixam de usar o plural “então como estamos hoje?” quando falam com os doentes

Mário Botequilha 8 de Fevereiro de 2019

O governo decidiu-se pela requisição civil e os sindicatos responderam com a forma de luta mais dura até agora: a partir de hoje, nenhum enfermeiro vai dizer aos doentes “vamos tomar os remédios”, “temos de nos pôr a jeito para a pica”, “hoje almoçámos pouco” ou “então como estamos hoje da nossa pneumonia?”. O Presidente da República, entre dois telefonemas para programas de televisão, disse ao INIMIGO que a utilização da primeira pessoa do plural pelos enfermeiros é uma das grandes conquistas do Serviço Nacional de Saúde e que a greve de zelo, por exemplo, ao “nós temos um furúnculo muito feio” é intolerável.

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