CGD ACUSADA DE MACHISMO: lista dos créditos ruinosos não tem uma única mulher

João Henrique 1 de Fevereiro de 2019

A auditoria realizada à gestão da CGD revela que a concessão de créditos do banco público entre os anos 2000 e 2015 seguia claramente ainda o modelo da sociedade patriarcal. E as mulheres não estão contentes. “Por mais que se esforce, a mulher continua sem ter acesso à oligarquia mafiosa que continua a dominar Portugal. As mulheres querem implementar um projecto empresarial inviável baseado em troca de favores políticos e não conseguem aprovar um mísero crédito de 50 ou 100 milhões de euros. Quando é uma mulher a análise de risco é sempre desfavorável e são sempre exigidas garantias. A mulher no máximo só consegue ser uma pequena devedora de um banco. Ficas a dever mil euros da Bimby e já vais com sorte. Porque és mulher e tens de ficar em casa a cozinhar. Isto tudo começa porque quem dava o ok era o Faria de Oliveira, um gajo. Vejamos. Manuel Fino: 138 milhões. É um gajo. Berardo: 400 milhões. Mais um gajo. Auto-Estrada Douro Litoral: mais um negócio de dois gajos, o Mário Lino e o Paulo Campos. Artlant? De certeza que era um gajo. Não imagino uma gaja a querer abrir uma fábrica petro-química em Sines por mais lésbica que possa ser. Grupo Lena: negócio do Santos Silva e Sócrates. Dois gajos. Vale de Lobo: mais um negócio de um gajo, o Armando Vara. Este país só vai avançar quando a corrupção estiver nas mãos das mulheres”, defendeu uma feminista

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