Portugueses que participam nos ‘focus group’ do Governo vão exigir os mesmos direitos que os portugueses que figuram nos aniversários da geringonça

Vítor Elias 29 de Novembro de 2017

A CGTP está atenta à disparidade de tratamento reservada aos anónimos portugueses que trabalham nos “focus group” de popularidade do Governo após tragédias como incêndios, cheias e operações marqueses em relação aos portugueses que são filmados, com pompa e circunstância, a fazer perguntas ao António Costa. A CGTP considera que os trabalhadores dos “focus group” são precários e exigem a integração a tempo inteiro nos quadros dos “vox populi” do Governo em Aveiro ou numa das várias sedes que o Infarmed vai ter em cada concelho.

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