Ministra pediu demissão todos os dias durante quatro meses mas Costa nunca aceitou para não fazer subir números do desemprego

Mário Botequilha 19 de Outubro de 2017

Constança Urbano de Sousa pediu a demissão logo a seguir aos incêndios de Pedrogão mas António Costa estava apostado em fazer um brilharete nos números do desemprego e mandava sempre dizer “o sôtor não pode atender porque o sôtor está em reunião, manda dizer o sôtor”. A antiga ministra chegou a acampar à porta da residência oficial de S. Bento, para se atirar para cima do carro do PM e prender a carta de demissão no limpa pára-brisas, mas Costa fazia de conta que não a via, fingia que a confundia com uma senhora que vende esponjas anti-stress nos supermercados para ajudar mamíferos marinhos e despachava-a com um fugaz “já dei, já dei”.

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