Défice mais baixo da democracia só foi conseguido à custa de cortes nas mulheres e vinho

Mário Botequilha 24 de Março de 2017

O INE divulgou hoje o défice oficial de 2016, de 2,1%, o mais baixo desde 1973. O tanso Dijsselbloem já reagiu: “Portugal só atingiu este número graças a medidas irrepetíveis, como o Peres, a venda de Slimani ao Leicester e, principalmente, cortes radicais na despesa com vinhaça e mulherio que prejudicaram o bem-estar de milhões de portugueses. Vejam lá isso e força na maionese”, declarou a O INIMIGO o misógino imbecil do Eurogrupo.

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