Catarina Martins acha que seria um ‘erro tremendo antecipar eleições’ que poderiam coincidir com a reestruturação da dívida, a saída do Euro, da UE, da NATO e da UEFA

Vítor Elias 24 de Janeiro de 2017

Catarina Martins disse em entrevista que “seria um erro tremendo antecipar eleições” porque ela acha que poderiam bater com as eminentes saídas do Euro, da UE, da NATO, da UEFA, do Eurofestival da Canção, da Interpol e com a reestruturação da dívida, do plantel do Sporting e do cabelo do José Cid. Catarina Martins defende eleições apenas em 2020 quando Rui Rio for líder do PSD e Pacheco Pereira for líder do CDS-PP.

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