SIS identifica radicalizados do Daesh em Portugal mas assegura que são menos perigosos do que os taxistas

Vítor Elias 17 de Outubro de 2016

Pela primeira vez, o SIS admitiu que está a seguir radicalizados do Daesh em território nacional, mas assegura que “a dimensão do problema não é comparável à de outros países”, porque em Portugal o grupo mais perigoso e radical de todos são os taxistas e não os jihadistas. O SIS lembra que a Antral quer ambiciona criar um califado no qual apenas existam táxis e veículos de letra A, sendo os condutores particulares e os motoristas da Uber considerados “infiéis”. “Os jihadistas esperam 70 virgens no Paraíso. Os taxistas querem violá-las como fazem às leis”, explicou a nossa fonte no SIS.

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