#TáGanho OPINIÃO Por Napoleão Bonaparte: Ainda bem que eu nunca enfrentei o general Fernando Santos nas Guerras Peninsulares

Vítor Elias 10 de Julho de 2016

Portugueses, portuguesas, talvez já tenham ouvido dizer que eu visitei o vosso belo país há alguns anos, ainda antes de Lisboa estar na moda. Na altura, Portugal não apreciava tanto os turistas e portanto, em vez de me cobrarem uma mera taxa turística por cada noite, os portugueses, com a ajuda dos ingleses, tentaram expulsar-me do país. É claro que tive de dar uma lição aos meus adversários com um exército de sanguinários Payets, mas apenas porque do outro lado estavam o conde Amarante e o marquês de Alorna, em vez do engenheiro Fernando Santos, o maior estratega que vi na vida. Tivesse eu enfrentado o general Fernando Santos e as tropas portuguesas esperariam pacientemente nas Linhas de Torres, o Murat seria desbaratado pelo tenente Pepe, o Soult antecipado pelo coronel João Mário, o Junot atropelado pelo tenente Renato Sanches e o Loison, o famoso “Maneta”, perdia o segundo braço se encontrasse o tenente-coronel Bruno Alves. Sinceramente, ainda bem que enfrentei em Portugal o William Beresford e não o William Carvalho. Deviam erigir um Arco do Triunfo ao engenheiro no topo da Rua Augusta.

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