Parte do cérebro de Zeinal Bava que guardava as memórias foi emprestada ao grupo Espírito Santo e pode estar perdida para sempre

Mário Botequilha 27 de Fevereiro de 2015

Zeinal Bava, melhor CEO da Europa da área da amnésia, foi ontem à comissão de inquérito do BES com uma estratégia de concorrente de reality show no confessionário que só se limita a dizer “Eu isso não sei, D. Teresa”.

Depois de ter dito 300 vezes que não se lembrava de factos básicos que implicaram movimentações de somas colossais da empresa que dirigia, como a do famoso empréstimo de 900 milhões à Rioforte, Bava admitiu que a parte do seu cérebro onde arquivou todas essa memórias foram emprestadas a Ricardo Salgado e por isso estão perdidas para sempre. “É azar. Acho que foi isso. Não me lembro. Ou melhor, esqueci-me”, confirma o senhor. MB

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