Juristas defenderam que presente de 14 milhões a Salgado foi ‘solidariedade e entreajuda’, mais exactamente 7 milhões pela solidariedade, 6 milhões pela entreajuda e um milhão para facilitar o troco

Mário Botequilha 3 de Dezembro de 2014

O jornal i de hoje divulga parte dos pareceres de dois jurisconsultos que levaram Carlos Costa a manter a idoneidade a Ricardo Salgado, o presidente do BES que estava a gerir o banco de uma forma tão idónea que até feria a vista.

O jornal cita o jurista João Calvão Silva, que entendeu enquadrar o presente de 14 milhões de euros que Salgado recebeu do construtor José Guilherme num “bom princípio geral de uma sociedade que quer ser uma comunidade – comum unidade –, com espírito de entreajuda e solidariedade”.

O i também revela as contas feitas nos ditos pareceres: 7 milhões para pagar a solidariedade, outros 6 milhões para a parte da entreajuda, um milhão para facilitar o troco e ainda uma garrafa de azeite e uma saca de batatas porque a vida está difícil para todos. MB

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