Nuno Melo tem pena de ser conservador e não poder festejar a saída da troika com drogas

Vítor Elias 15 de Maio de 2014

Para festejar a saída da troika, Nuno Melo bebeu espumante pela garrafa.

Ao que o IP apurou, o eufórico eurodeputado teve pela primeira vez pena de ser um conservador do CDS-PP, pois adoraria festejar o regresso da soberania enfiando o nariz numa montanha de cocaína que depois partilharia com o Paulo Rangel se ele “não tivesse nojo”. “Se eu fosse de Esquerda, a esta hora estava a dar na mescalina e a abrir as portas da percepção. Talvez assim, em sonhos alucinados, tivesse visões xamânicas sobre a verdade sobre o atentado de Camarate”, explicou Nuno Melo. VE

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