Atum que percorreu 6 mil km estabelece novo paradigma para a colocação de professores

Mário Botequilha 14 de Novembro de 2013

Nuno Crato está atento à história do atum que foi capturado, em 2006 no País Basco, devolvido ao mar com uma etiqueta e pescado, seis anos depois, ao largo da Venezuela.

O ministro da Educação está convencido que este atum deu uma grande lição à Mário Nogueira e à Fenprof e quer instaurar aquilo que designou por Paradigma Sangacho na colocação de professores. “Se um atum faz seis mil quilómetros debaixo de água, não há razão para que uma criatura da mesma espécie, como um professor de educação visual ou de inglês, não trabalhe a 600 quilómetros de casa ou com chuva a pingar na sala de aula, ora chiça”, diz o ministro. MB

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