FMI fez mea culpa sobre Portugal e garante que foram Sócrates e Passos que lhe torceram o braço

Mário Botequilha 19 de Setembro de 2013

O economista-chefe do FMI, e uma equipa de pessoas que trabalha para ele a fabricar folhas de cálculo, elaboraram um relatório interno em que admitem que a estratégia para Portugal está errada em pontos essenciais, como a velocidade da austeridade, Miguel Frasquilho ou o volume de água na piscina do Splash.

“Nós não queríamos nada disto. Fomos obrigados. O Sócrates disse que tinha de ser assim ou mandava o Lello a Washington partir isto tudo e o Passos ameaçou-nos com reuniões com o Carlos Moedas”, lê-se na página 14 do documento. “Cavaco e Portas deram-nos com barrotes nas costas”, garantem no Anexo II do mesmo documento. MB

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