Swaps só são exóticos quando são servidos com caipirinhas

Alexandre Parreira 12 de Julho de 2013

O correspondente do INIMIGO na Alta Finança esteve esta semana numa demonstração de swaps para gestores de empresas públicas.

O desfile foi acompanhado por uma banda de jazz de Trinidad e Tobago e por um grupo de bailarinas de strip tease. Primeiro entraram os plain vanilla que foram vaiados por serem demasiado meninos. As coisas só começaram a ficar animadas quando começaram a chegar os swaps exóticos, servidos com rodadas de caipirinhas e vestidos com camisas havaianas. Os gestores ficaram completamente rendidos. Dois deles, mais alcoolizados, compraram logo dez swaps topo de gama para protegerem as suas empresas contra a oscilação da temperatura a 100 metros de profundidade no Burkina-Faso em dias de tempestade tropical e se, por acaso, não estiver a jogar o Benfica à mesma hora. AP

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