Portugueses não compravam um carro usado a Passos Coelho e não compravam um carro novo a Paulo Portas

António Marques 10 de Julho de 2013

Em 1960, nas eleições dos EUA, Kennedy, que perdia nas sondagens para Nixon, fez uma campanha de marketing político genial, espalhando pelos EUA cartazes com uma foto de Nixon, cuja expressão era uma mistura de Charles Manson com Vale e Azevedo e a frase: Você compraria um carro usado a este homem?

Devido ao golpe de génio e ao facto de Nixon suar mais nos debates da TV do que um mineiro no fundo de uma mina ou do que o Nuno Rogeiro no início da carreira, Kennedy ganhou as eleições (Seguro, às vezes é melhor não ter pressa em chegar ao poder!). Após a farsa de Passos e Portas (ou melhor, farsa era o que fazia o grande Brecht, isto foi uma revista pé de chinelo do Parque Mayer, pior que as de Marina Mota e Carlos Cunha!), os portugueses não comprariam um carro usado a Passos nem um carro novo a Portas. Nem aceitariam um Porsche 911 novo, dado de presente por Cavaco Silva. A.M

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