Novos ministros e secretários de Estado estão a ser contratados através de empresas de trabalho temporário

João Henrique 3 de Julho de 2013

Face à instabilidade política em Portugal, o governo optou pelo outsourcing na gestão de recursos humanos.

O executivo pretende uma elevada flexibilidade laboral com controlo de custos. São Bento transformou-se nestes dias em “praça de jorna”. “Temos dois trabalhos para ti. A apanha do tomate ou ser secretário de Estado do ex-ministério da Cristas, Portas ou do Mota Soares. Escolhe. É só para hoje. Depois logo se vê. Pagamos 5 euros à hora e damos uma caneta para assinar na tomada de posse”, explicava um entrevistador. JH

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