Gaspar explica que o calor dilatou o défice

João Henrique 29 de Junho de 2013

Depois de ter justificado a quebra na actividade económica com a chuva na primeira metade do ano, o ministro das Finanças lamentou mais uma vez as duras condições meteorológicas que se fazem sentir em Portugal.

“Estava tudo a correr bem. A Unidade Técnica de Apoio Orçamental apontava para que o défice não ultrapassasse o limite superior de 8,7% do PIB. Só que nos últimos dias assistiu-se a algo que o galo de Barcelos do meu Excel não tinha previsto. As contas públicas revelaram uma condutividade térmica acima do normal, resultando numa elevada extensão da dilatação. Para a próxima vamos procurar espaços para abrigar a extensão da dilatação. O elevado nível da radiação ultravioleta fez aumentar os juros suportados pelo Estado e encareceu a recapitalização do BANIF. Também é preciso ter azar. É que nem uma porcaria de uma brisa fresca temos tido nestes dias para atenuar esta desgraça, porra”, lamentou Gaspar. JH

Tópicos

Últimas

Do arquivo