Espaço Schengen leva Paulo Portas a abolir a fronteira que não podia deixar ninguém passar

Vítor Elias 17 de Maio de 2013

Se Paulo Portas tinha garantido, sobre cortes nas reformas, que “esta é a fronteira que eu não posso deixar passar” e depois acabou por aprová-las, não foi, ao contrário do que os maldosos dizem, por calculista político, populismo ou pusilanimidade, mas apenas porque o líder do CDS-PP lembrou-se que Portugal faz parte do Espaço Schengen e portanto não pode ter fronteiras. “Devido à livre circulação de pessoas dentro do Espaço Schengen, sou obrigado a deixar que o Estado tire tudo aos pensionistas, incluindo o gato de companhia e a placa dentária”, explicou Paulo Portas, comovido. VE

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