Manuel Alegre diz que é preciso dar um murro na mesa, um pontapé na cadeira e uma lamparina no psiché

Mário Botequilha 18 de Abril de 2013

“Isto não vai lá com falinhas mansas. Alguém se chegue à frente e comece a partir mobília.”

Manuel Alegre manifesta-se deste modo contra o surto de reunite que esta semana varreu os partidos do bloco central e pede “um murro na mesa, uma joelhada na cristaleira, um pontapé nas cadeiras, uma lamparina no psiché e uma cabeçada no roupeiro que o ponha a chamar pela mãe”. Fora isso, o socialista entende que “se os móveis da cozinha também se armarem em ursos, levam três tabefes nas trombas e vão bater com a testa na bimby”. MB

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