António Costa elevou o estatuto de autarca a um novo patamar ao conceber uma rotunda dentro de outra rotunda

Fábio Benídio 13 de Setembro de 2012

A partir de domingo, o Marquês passa a contar com duas rotundas – uma interna para funcionários públicos e uma externa para trabalhadores do privado – e a Avenida da Liberdade fica com apenas uma faixa central para veículos tuning e outra para transportes colectivos e atletas paralímpicos.

Trata-se da maior revolução urbanística em Lisboa desde 1755, havendo até quem compare a ousadia redundante de António Costa à invenção da roda e do Poço da Morte. Um dos maiores peritos portugueses em rotundas, Avelino Ferreira Torres, diz mesmo que o fenómeno pode atingir um patamar semelhante ao das lâminas Gillette. “Hoje são duas rotundas, mas amanhã podem bem ser cinco e mais uma de precisão. Entramos, sem dúvida, na era das rotundas Fusion Power Proglide, o que não deixa de ser uma filhadaputice para os automobilistas”. FB

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