“Troika” quer trabalhadores portugueses tão flexíveis que consigam dobrar-se para trás e enfiar a cabeça no próprio rabo

Mário Botequilha 28 de Agosto de 2012

A avaliação da “troika” em curso continua a ser exaustivamente escrutinada e o think tank de macroeconomia, policiário e casas de penhores do INIMIGO não é excepção.

“Apesar das alterações na lei laboral, e do acordo de concertação, os gajos do FMI continuam a achar que o mercado laboral português, perdoem-me a linguagem técnica, verga pouco a mola”, afirma o coordenador do projecto, Miguel Beleza. “Os gajos querem ainda mais flexibilidade no emprego, de tal forma que, em 2013, um gajo trabalhador consiga dobrar-se para trás, enfiar a cabeça no próprio rabo e bater palmas com os pés. O objectivo, para 2014, é conseguir cuspir um caroço de nêspera mais longe do que um gajo alemão”, explica Beleza. MB

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