António Borges quer desvalorizar ordenados dos jogadores para aumentar competitividade da selecção nacional

Mário Botequilha 4 de Junho de 2012

António Borges, antigo senhor de gravata da Goldman Sachs e actual conselheiro do governo português para questões relacionadas com espirais recessivas e cornucópias com chantilly, defendeu que era urgente diminuir os salários em Portugal.

Depois de assistir aos jogos com a Macedónia e com a Turquia, e sobretudo após ter visto os penteados dos jogadores portugueses, Borges telefonou para um dos 38 fóruns telefónicos que debateram a presença nacional no Euro 2012 e defendeu a desvalorização imediata dos salários dos craques portugueses de modo a torná-los mais competitivos. “Ponham-nos a ordenado mínimo e a RSI durante 15 dias e vão ver que eles comem a relva e trazem o caneco”, garante Borges. “C’um caneco”, acrescentou ainda. MB

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