Investigação aos submarinos aguarda que procuradores desenvolvam guelras

Mário Botequilha 17 de Abril de 2012

O procurador-geral da república explicou o atraso na investigação à compra dos submarinos Tridente e Arpão com a falta de dinheiro para realizar perícias.

“Muita gente desconhece este facto mas a verdade é que a maior parte dos magistrados do ministério público tem uma etiqueta a aconselhar a lavagem a seco e que sejam engomados a baixas temperaturas. Ou seja, o procurador é um indivíduo que não pode ir à água assim à maluca ou encolhe”, explicou Pinto Monteiro. O PGR também mostrou uma folha de cálculo e um gráfico-pizza com os totais de procuradores do quadro que possuem guelras. “Zero. Zero procuradores com guelras”, lamentou. “Ou seja, enquanto a ministra da justiça não se chegar à frente com escafandros, a investigação fica em águas de bacalhau. A outra hipótese é o James Cameron fartar-se do Titanic e da Fossa das Marianas e aparecer no Alfeite para ir ao fundo da fossa séptica que é este processo. É aguardar”, aconselha o PGR. MB

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