Cavaco Silva prefaciou livro sobre a História do Palácio de Belém e ajustou contas com um menino que lhe bateu na Escola Primária de Boliqueime em 1946

António Marques 16 de Março de 2012

A vingança, como a vichyssoise, serve-se fria (como seria bom ver Marcelo como PR e Portas como PM) mas Cavaco não se vingou do antigo inimigo, como fazem os homens normais, nem o perdoou, como fazem os grandes homens, como Mandela, ficou ressabiado com ele, como fazem os homens pequenos.

Num prefácio, Cavaco acusa Sócrates de “falta de lealdade institucional que ficará registada na história da democracia”, por não o ter informado do PEC IV. Já no prefácio do livro “História do Palácio de Belém“, Cavaco ajustou contas mais antigas: “Em 1946, o meu colega de escola Zé deu-me no recreio um chapadão na cara, que me apanhou de surpresa. O Zé não me deu conhecimento prévio do chapadão que estava a preparar. Esta falta de lealdade infantil ficará registada na história da Escola Primária de Boliqueime”. A falta de lealdade de Sócrates e do puto Zé ficarão para a posteridade. Ao contrário dos 10 anos de Presidência de Cavaco. A.M

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