“Troika” vai contar foguetes lançados no fim de ano do Funchal

Mário Botequilha 28 de Dezembro de 2011

É uma impiedosa marcação em cima: técnicos de pirotecnia do FMI, BCE e Comissão Europeia chegam à Madeira, no dia 31 de Dezembro, com a missão específica de orçamentar a percentagem do PIB regional a que Alberto João Jardim vai deitar fogo na passagem de ano.

No memorando da “troika” com o estado português, prevêem-se apenas duas cachoeiras, cinco repuxos, 11 segundos de fogo cruzado, três morteiros, 500 gramas de confetis, meio raio laser e 500 bujardas de Jaime Ramos. “Se estes parâmetros forem ultrapassados no Funchal”, ameaça Poul Thomsen, “as portagens da ex-SCUT do continente aumentam 80%”. MB



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