Chineses acusados de associação criminosa por tráfico de seres humanos: vendiam homens e mulheres por 1,99 euros e crianças por apenas 0,99 euros

António Marques 10 de Dezembro de 2011

O MP acusou 7 cidadãos chineses (as acusações foram traduzidas por Roberto Carneiro) por crimes de associação criminosa, imigração ilegal, irritante som que é produzido quando se atravessa as portas das lojas dos 300, haver sempre um chinoca desconfiado a seguir os passos dos clientes nas lojas e lenocínio, que significa incentivo à prostituição com fins lucrativos (há também prostituição com fins solidários, praticada no bordel da Madame Jonet, ali ao Intendente).

Segundo os jornais, os arguidos importavam mulheres da China (com os chinocas, a imprensa não tem cá essas paneleirices de “alegadamente“) custando cada uma 0,000001 cêntimos, vendendo-as depois aos chulos das casas de alterne de Lisboa por 1,99 euros, que cobravam por sua vez ao cliente 99 euros por queca. Os chulos têm uma margem de lucro de 1500%, ainda assim distante dos 15.000% de margem de lucro da GALP. A.M



SIGA-NOS NO FACEBOOK


Sexta-feira acompanhe a versão impressa do Inimigo Público com o jornal Público.

Tópicos

Últimas

Do arquivo