Velhinhos do Conselho de Estado concluíram que reformas vitalícias mal dão para os remédios

Mário Botequilha 25 de Outubro de 2011

“O que dão à gente é uma lástima. Fica tudo na farmácia.” Esta e outras críticas ainda mais violentas foram escutadas no Conselho de Estado de hoje, entre comparações de dados macroeconómicos do país e parâmetros de colesterol e ácido úrico nas análises clínicas que alguns conselheiros levaram para mostrar uns aos outros.

O ponto alto da reunião foi o estudo comparativo das pensões políticas vitalícias que muitos conselheiros recebem, que outros vão receber e que outros ainda vão acumular com bilhetes de borla para o futebol e cupões de 10% de desconto em pantufas. “São pensões vitalícias de miséria. Devíamos chamar a SIC ou a TVI e gritar muito para os microfones”, queixaram-se alguns conselheiros. No final, jogou-se à sueca e Alberto João Jardim e Jorge Sampaio deram uma abada. MB



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