Falso padre nunca apelou ao voto no CDS-PP durante as homilias

Vítor Elias 3 de Outubro de 2011

O Tribunal de Santo Tirso condenou a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, por usurpação de funções e de burla qualificada, o falso padre Agostinho Caridade, que durante quatro anos celebrou missas, casamentos, baptizados e funerais em todo o país.

Ao contrário dos verdadeiros padres ultramontanos portugueses, Agostinho Caridade nunca apelou ao voto no PSD ou no CDS-PP durante as homilias, nem tão pouco aproveitou os sermões para vergastar no PCP, no BE ou nos projectos-lei fracturantes do José Sócrates, o que motivou as suspeitas das autoridades policiais. Para mais, Agostinho Caridade nunca revelou qualquer inclinação por assediar jovens do sexo masculino, pelo que as autoridades concluíram que nunca poderia pertencer à Igreja Católica e resolveram partir para a detenção. VE



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