Passos garantiu que o governo viria a ser constituído pelos “melhores entre os melhores” mas o que se arranjou foi um governo constituído pelos “melhores entre os que aceitaram“

António Marques 24 de Junho de 2011

A preparação do governo de Passos lembrou a preparação da época do Sporting, só que em vez de choverem dezenas de nomes de jogadores sonantes no jornal “ A Bola ” e Record, choveram dezenas de nomes de ministros sonantes no PÚBLICO e Expresso.

Sporting e governo, lendo os jornais, iam ter um dream-team. Porém, tal como Godinho Lopes afirmou que não pode ter o Neymar, porque o Real Madrid o quer, nem o Alexis, porque o Barça o quer, também Passos disse que não pode ter Vitor Bento, porque a SIBS o quer, nem António Borges, porque o FMI o quer. No fim, Godinho Lopes apresentou Ricky Van Wolfswinkel e Stijn Schaars e Passos apresentou Vitor Gaspar e Álvaro Pereira, 4 jovens que, segundo os jornais, têm um potencial enorme, mas que não entusiasmam nem sportinguistas nem portugueses. Futebol e política têm algo em comum, os grandes craques nunca vêm para Portugal, trabalham no estrangeiro. A.M

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