O ‘cosleeping’ permite que pessoas que trabalham em casa possam ter ‘affairs’ extraconjugais de escritório

David Marçal 13 de Março de 2011

Os profissionais independentes que trabalham em casa para pagar o IRS e a segurança social estão fartos de trabalhar em casa e novos paradigmas de trabalho surgem para proporcionar uma experiência social semelhante à da função pública.

Assim, depois do coworking (pessoas que gostam de trabalhar em secretárias contíguas para parecer que têm um emprego), do colunching (pessoas que gostam de almoçar juntas como se fossem colegas de trabalho, criticando o favoritismo de que desfrutam outras pessoas, com quem não trabalham, junto de pessoas que não são seus chefes), surge agora o cosleeping. O cosleeping permite a pessoas que não têm colegas de trabalho usufruir da experiência da sedução entre colegas que passam muitas horas todos os dias no local de trabalho. Tal como as convulsões na Líbia e na Tunísia, a ideia surgiu no Facebook. DM

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