Sócrates foi a Berlim vender escravos portugueses para trabalhar nas minas de carvão da Vestefália

Inimigo Público 8 de Março de 2011

Por rui jacaré

Arrentela – Depois de telegramas da Wikileaks especularem que a sopa na casa de pasto Matias da Bobadela já foi bem melhor, fontes anónimas revelaram qual o verdadeiro fito da viagem de José Sócrates a Berlim.

Depois de analistas, comentadores e outros seres primários discorrerem sobre o encontro Sócrates-Merkel, chegou-nos a informação que Sócrates, na impossibilidade de vender computadores Magalhães e metade do plantel do Portimonense aos alemães, apresentou um pacote de 100 mil precários (vulgo “escravos a recibo verde”) para laborar em “regime de trabalho não-remunerado” – mais uma inovação do governo socialista – nas minas de carvão da Vestefália. Neste encontro, em que Merkel quis saber o que tem feito o estado português para controlar os seus problemas orçamentais e também por onde anda o Hildebrand, José Sócrates terá apresentado, como seu apanágio, uma estratégia revolucionária para minorar o défice público. O plano – prontamente aprovado pelo ministro Teixeira dos Santos e telepaticamente por Francisco Assis – consiste em espalhar largas quantidades de creme de baba de caracol nas várias áreas das contas públicas.

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