Director-geral do F.C. Porto apenas mandou «servir o jantar», negando qualquer ameaça

Inimigo Público 11 de Fevereiro de 2011

Por Flávio

Antero Henriques, director do F. C. Porto desmente o presidente do Marítimo e diz que não fez qualquer ameaça, apenas que ia mandar «um gajo servir o jantar». Já Carlos Pereira, presidente do Marítimo, reconheceu que foi injusto ao dizer que apenas o tinham ameaçado, pois num primeiro momento, foram-lhe oferecidas viagens ao Brasil pagas pelo Porto, mas somente por mero «lapso» da secretaria da Agencia Cosmos, propriedade do «amigo» Joaquim Oliveira, e da contabilidade do clube dos 5 a 0 aos vermelhos. Para além da «fruta para dormir» brasileira, recrutada na mesma casa nocturna onde Pinto da Costa «contratou» a sua actual namorada, também foi oferecida uma verba de 2500 € num envelope na casa do Santo Papa, para resolver um «problema familiar» entre Carlos Pereira e o seu «irmão» brasileiro Alexandre Kalil, presidente do Atlético de Mineiro.

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