Acordo entre Portugal e os EUA para a cedência de dados pessoais de portugueses não exclui a possibilidade de essa informação servir para os norte-americanos descobrirem que o Joaquim de Almeida não é mexicano

Vítor Elias 23 de Janeiro de 2011

O acordo entre os EUA e Portugal para a cedência de dados pessoais de portugueses não exclui a possibilidade de a informação contribuir para uma condenação à morte, o que viola a nossa Constituição, o humanismo das crónicas do Mário Soares no “Diário de Notícias” e duas adolescentes incautas de Telheiras. Pior, o acordo não exclui a possibilidade de os norte-americanos ficarem a saber que Joaquim de Almeida não é mexicano ou porto-riquenho, como sempre pareceu em todos os filmes que interpretou nos EUA, mas português, o que depauperaria ainda mais a credibilidade nacional no estrangeiro. O acordo poderá assim não ser assinado, por todas as razões supracitadas e porque, sendo uma das partes envolvidas o Governo de José Sócrates, provavelmente, como tantos outros acordos e anúncios públicos, nunca vai sair do papel. VE

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