Paul Krugman afirma que Portugal não passa de uma “tapa”, José Sócrates garante que antes da crise internacional era uma “paella”

Vítor Elias 30 de Novembro de 2010

Paul Krugman, Nobel da Economia, afirmou que, para os especuladores internacionais, a Espanha é “o prato principal”, enquanto Grécia, Irlanda e Portugal não passam de meras “tapas”.

José Sócrates reagiu de imediato e garantiu que, se não fosse a crise internacional, Portugal seria um prato robusto. “Quando chegámos ao Governo, o PSD tinha deixado Portugal feito num pimientito de padrón. Com os nossos esforços, transformámos Portugal numa paella, cheia de frango, ervilhas e camarões, mas depois o menu mudou em duas semanas e, por causa da crise internacional, ficámos reduzidos a um boquerone mirrado”, explicou o primeiro-ministro ao IP. “Mas ainda vamos a tempo de mudar isto. Com a subida dos impostos e os cortes nos salários, os portugueses vão ter de andar pelos montes a comer bolotas e o nosso país voltará a ser um suculento jamón de sabugo”. VE

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