Os novos empregos

Inimigo Público 23 de Novembro de 2010

Por Mariposa Maravilhosa

Uma nova dinâmica no mercado de trabalho vai colocar Portugal “na vanguarda das práticas laborais, e a China vai ficar a um canto”, escreveu o primeiro-ministro José Sócrates no seu Facebook. “e ainda por cima, vamos ser um país mais multirracial que os EUA, já viram? Desta não estavas tu à espera, Barack Obama”.

Tal regozijo deve-se aos sistemáticos pedidos, por parte de agências de emprego temporário, de pessoas fluentes em línguas como o mandarim, finlandês, grego, árabe, polaco, japonês, norueguês, para citar as mais procuradas. O IP procurou uma fonte não identificada dentro dessas empresas a qual explicou o fenómeno: “se andam à procura de trabalho têm de se sujeitar ao que há sem refilarem nem com o salário nem com recibos verdes, e além disso, se querem fazer a diferença têm de ter formação fora do normal”. A mesma fonte justificou tais exigências com a globalização económica e alertou para novas exigências. “Vamos exigir fluentes em esperanto, para falar com alguns clientes do Vaticano, e esperamos em breve que as empresas para as quais captamos mão-de-obra queiram expandir para outras línguas ainda”.

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