Falta de desfibrilhadores vai ser compensada com electricidade estática gerada pela fricção das mãos dos paramédicos

Fábio Benídio 15 de Setembro de 2010

A ministra da Saúde disse que esperava ter, brevemente, um plano de actuação para resolver a falta de desfibrilhadores em espaços públicos e ambulâncias. A solução deverá passar por adquirir os equipamentos nos chineses, mas o facto de não trazerem as pilhas incluídas pode ser um entrave. No entanto, enquanto tal não acontece, Ana Jorge está a aconselhar os enfermeiros e paramédicos que trabalham nas ambulâncias do INEM a friccionarem as mãos com um pedaço de lã, de modo a gerarem uma carga eléctrica capaz de reverter uma paragem cardiorrespiratória. Se a carga gerada for muito baixinha, pelo menos fará cócegas ao paciente e pode ser que este se parta a rir. FB

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