Comunidade internacional teme risco sistémico de eventual terceira derrota do Benfica na Liga

Mário Botequilha 28 de Agosto de 2010

A subida de Portugal, na quarta-feira, ao 9º lugar do top mundial do risco de bancarrota, aliada ao pior arranque do Benfica no campeonato, em 58 anos, fez soar os alarmes no governo, nas agências de rating, na Comissão Europeia e no Cabeleireiro de Homens Alípio, frequentado por Jorge Jesus.

Com o governo a revelar-se incompetente para impedir o crescimento da despesa e o PCP a nomear um candidato presidencial que só é conhecido em três ruas do Lavradio, o destino de Portugal está nas mãos do guarda-redes espanhol Roberto, o Jorge Lacão das balizas, uma espécie de Hélder Postiga com licença para jogar a bola com o braço dentro da grande área. Todos os observadores e o painel do programa “Plano Inclinado” temem o risco sistémico que uma eventual terceira derrota consecutiva do Benfica, hoje, frente ao Vitória de Setúbal, teria para a retoma económica. Medina Carreira, por exemplo, acha que um novo desaire benfiquista estará para Portugal como o armário secreto da casa de banho de Dias Loureiro esteve para o BPN ou Morais Sarmento e Francisco Assis têm estado para o programa de Morais Sarmento e Francisco Assis. O jogo com o Setúbal é de tal modo importante que até passa em sinal aberto, para que todos os portugueses, às 23 horas, saibam se a pátria é viável. O site do “Correio da Manhã” noticiava, esta madrugada, que os jogadores sadinos teriam recebido ofertas de “choco frito para dormir”. Teixeira dos Santos vai ver o jogo ao lado de Filipe Vieira e fala ao país logo na flash-interview. José Sócrates está confiante, até porque “Portugal tem os melhores argentinos do mundo”. MB

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