Nuno Rogeiro considera que Portugal apenas pode defrontar Bósnia-Herzgovina com um mandato da ONU

Vítor Elias 23 de Outubro de 2009

Nuno Rogeiro está preocupado que Portugal cometa o mesmo erro em que caiu no tempo de António Guterres e confronte a Bósnia-Herzegovina sem um mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, temendo ainda que uma eventual vitória unilateral sobre os bósnios, apoiada apenas pela FIFA e pela NATO, retire legitimidade à Selecção Nacional no “teatro das nações”.

Rui Ramos concorda com ele, mas lembra que a incapacidade da Selecção Nacional se afirmar internacionalmente tem origens na desastrosa entrada de Portugal na I Guerra Mundial, decidida por Afonso Costa durante a I República. Vasco Rato, por seu lado, defende que Portugal deveria sempre defrontar e esmagar a Bósnia-Herzegovina, mesmo que nenhuma das selecções de tivesse apurado para o “play-off”, actuando “numa lógica de classificação preventiva para o mundial de 2014”.

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