Jardim quer que constituição obrigue continentais a passar férias na Madeira

Mário Botequilha 16 de Julho de 2009

Alberto João Jardim propôs que a constituição proíba fenómenos nefastos como o fascismo, o que já faz, mas também o comunismo, o nudismo na categoria acima do 95 quilos e os cães vestidos (esta parte não ficou bem clara).

Mas há mais: embalado, o presidente do governo regional madeirense quer que a próxima constituição proíba mais coisas, como os golos contra o Marítimo e os correspondentes de jornais nacionais no Funchal, obrigue os continentais a passar pelo menos 15 dias de férias por ano na Madeira e/ou Porto Santo e proclame a inquestionável superioridade do povo madeirense, como Jardim tanto gosta de apregoar.

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