As razões por trás da mudança que vai revolucionar a Imprensa

Vítor Elias 29 de Junho de 2009

IP realizou estudo de mercado com oito cegos e quatro analfabetos /
Consultámos uma task force composta por analfabetos, cegos, albaneses que não dominam o Português e, por alguma razão que agora nos escapa, pelo Jorge Palma. Foram unânimes: o melhor dia para o IP sair é à terçafeira. Passamos a sair três dias depois.

Equação económica que convenceu os investidores do IP

O ‘Sol’ sai à sexta + O ‘Sol’ é lido por angolanos = IP vai ser um sucesso em Angola



IP sai à sexta-feira porque é o dia em que Fidel Castro não está ligado às máquinas

Fidel Castro adora ler o IP porque as notícias fazem-lhe lembrar o “Granma”, o “Pravda” e o “Avante!”. Como ele gosta de estar actualizado, mudamos para a sexta-feira, dia em que os médicos descongelam Fidel Castro por algumas horas.



Outra razão tão boa como qualquer outra para mudar: a maioria dos sequestros são à sexta-feira Conquistamos assim o segmento dos sequestradores que usam jornais do dia para provar que os sequestrados ainda estão vivos, e que, no Médio-Oriente, usam o “New York Times” e, na Somália, edições do “Sol” compradas em Luanda.



Quarta-feira era mau dia para fechar o IP porque é dia de cozido à portuguesa

Quarta-feira há cozido na tasca “O Arrumador de Campolide” e os almoços prolongam-se pela tarde fora, não havendo tempo para escrever notícias. Os dias das moelas estufadas (segunda-feira) e do frango assado (terça-feira) também estavam fora de questão. Sobrava a quinta-feira, quando o prato do dia é peixe cozido e não há gelatina para a sobremesa.



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