Constituição proíbe Nascimento Rodrigues de morrer

Vítor Elias 14 de Abril de 2009

Nascimento Rodrigues já não sabe como fugir ao cargo de Provedor da Justiça e requereu agora uma suspeita baixa médica, afirmando que um vírus lhe provocou febre.

Porém, ao que o IP apurou, terá de permanecer no seu cargo, mesmo que em estertor, pois a Constituição proíbe o Provedor da Justiça de morrer antes de encontrado o seu substituto, devendo ficar ligado às máquinas, no seu gabinete, até que PS e PSD acordem um nome de compromisso. Caso isso tarde em acontecer, um feiticeiro haitiano será chamado para, através de voodoo, transformar Noronha do Nascimento num morto-vivo. Se o feitiço não funcionar e o Provedor da Justiça morrer, diz a Constituição que deverá esperar no Purgatório, recebendo as queixas dos portugueses sobre a Justiça, até à tomada de posse do seu sucessor, altura em que poderá finalmente entregar a alma exasperada ao seu Criador.

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