Mulheres preocupadas com menos dez mil postos na construção todos os meses receiam fim dos piropos

Por João Henrique

Segundo o Sindicato da Construção de Portugal, todos os dias desaparecem 15 empresas e todos os meses desaparecem cerca de 10 mil postos de trabalho.

As mulheres estão seriamente preocupadas com a paralisação do sector. “É preciso que o Governo intervenha para salvar o sector da construção. O lugar do trolha não é em casa. O lugar do trolha é estar na obra a gritar que me fazia um pijaminha de cuspo, a dizer-me que eu tenho um cu que parece uma cebola porque é de comer e chorar por mais e que acha que eu tenho muita terra para lavrar e tem pena que o arado dele esteja a ganhar ferrugem. Como é que eu vou saber se estou gira ou não? A falência da construção civil será a falência da minha auto-estima”, lamentou uma gaja boa como o milho e que podia vir aqui para eu transformá-la em pipoca. JH

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11.5.2012