Táctica da Selecção Nacional está toda determinada no ponto 32, alínea c) do memorando de entendimento com a ‘troika’

Por Vítor Elias

A total perda de soberania nacional alastra-se, ao que o IP apurou junto do cabeleireiro do Rui Santos, à Selecção Nacional, não tendo Paulo Bento qualquer margem de manobra, uma vez que a maneira como a Selecção jogará no Euro 2012 já está toda delineada no memorando de entendimento com a “troika”.

Assim, no ponto 32, alínea c) pode ler-se que a Selecção deverá fazer uma profunda reforma táctica, jogando finalmente com dois ponta-de-lança, como faz a Alemanha ou a França, em vez de jogar com essa invenção nacional conhecida como “o falso avançado”, ou seja, o extremo-esquerdo - como Luís Figo, Simão Sabrosa ou Cristiano Ronaldo - que é o único jogador com talento para marcar um golito de vez em quando, apesar de não ser essa a sua obrigação, idiossincrasia lusa que a “troika” compara a outras aberrações incompreensíveis como o “falso recibo verde” ou, nos tempos do Carlos Queiroz, o “falso treinador”. VE

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11.5.2012