Domingos Farinho, alegado autor dos livros de Sócrates, também lhe escrevia os SMS

Mário Botequilha 12 de Outubro de 2017

O IP leu a acusação do Ministério Público, entre duas viagens de autocarro, mas um golpe de vento levou metade das quatro mil páginas pela porta do veículo. Da pouca informação dispersa que resta, conseguimos perceber que os procuradores acusam Domingos Farinho, o professor universitário que terá escrito os livros, os bilhetes para a empregada e as obscenidades nas portas de casa de banho para José Sócrates, de ser o escritor-fantasma do antigo governante, tendo chegado ao ponto de lhe escrever os SMS, as tatuagens, os impressos para pedir o rendimento de inserção e os emails de resposta a “enlarge your penis”.

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