Filme ‘O Artista’ onde nenhum actor francês abre a boca considerado bálsamo na cinematografia gaulesa cheia de longas tiradas intelectualóides

Vítor Elias 27 de Fevereiro de 2012

O grande candidato aos Óscares da Academia “O Artista”, um francês mudo e a preto-e-branco que homenageia a Hollywood dos anos 20.

A Academia recompensou “O Artista” pois, pela primeira vez, um monte de franceses que fazem um filme escolhem não abrir a matraca em tiradas pedantes sobre o amor, o sexo, a liberdade, o socialismo e justificações mais ou menos existências para a falta de higiene corporal, limitando-se a dançar de um lado para o outro como gansos embriagados para os seus fígados darem melhor foie gras e comprovando a ideia norte-americana de todos os franceses serem uns tontos. A Academia informou o IP que pensou em nomear vários filmes portugueses para os Óscares, mas só depois perceberam que afinal não eram mudos, como “O Artista”, mas que tinham apenas, como sempre, uma sonoplastia paupérrima que não permite aos espectadores perceber o que raio os actores estão para ali a dizer. VE



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