Crise faz com que portugueses já não se divorciem depois de uma simples discussão acerca da posse do comando da televisão

António Marques 16 de Janeiro de 2012

Portugal teve em 2011 uma descida de divórcios.

Isto não significa que os portugueses descobriram o segredo do amor eterno, só que como ainda estão a pagar o casamento de arromba na Quinta das Lágrimas e a lua-de-mel de 1 mês a Cuba, não têm dinheiro para o divórcio, mesmo que o casal se odeie tanto como a ministra Paula Teixeira Cruz e o Bastonário Marinho Pinto. Como o divórcio acarreta mais despesas, como compra de nova casa (pelo homem, a mulher fica sempre com a casa, mesmo que tenha metido os cornos ao marido e tentado matar os filhos) ou pensão de alimentos aos filhos (pelo marido, mesmo que seja trolha e a mulher CEO da Sonangol), os casais ficam juntos. O IP falou com Zé: “ Apesar de odiar mais a minha mulher que um militante do BE odeia a higiene pessoal, o divórcio ia custar-me 500 mil euros! Por isso prefiro um casamento à Paco Bandeira que um divórcio à Mel Gibson! “. AM




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