José Sócrates e Teixeira dos Santos largam cinzas de Portugal numa grelha de respiração do Metro dos Restauradores

Inimigo Público 23 de Janeiro de 2011

Por rui jacaré

Arrentela – As cinzas de Portugal foram esta tarde deitadas numa grelha de respiração do Metro de Lisboa, numa cerimónia sentida levada a cabo conjuntamente por José Sócrates e o ministro Teixeira dos Santos.

As cinzas do malogrado país do Sul da Europa, cuja morte foi precipitada pela vitória do Paços de Ferreira em Alvalade, foram despejadas, nesta cerimónia fúnebre com honras de estado, numa grelha de respiração (onde minutos antes um sem-abrigo assava umas febras) em plena Praça dos Restauradores. O local, muito simbólico para o país da cauda da Europa pois representa a expulsão dos espanhóis via ataques excrementícios de pombas treinadas, foi pequeno para tantos repórteres, membros do Governo e dois cidadãos que por ali passavam e que quiseram despedir-se uma última vez da sua pátria. Porém, esta cerimónia, ao contrário do que foi dito pelo veterano ministro Jorge Lacão, não terá sido autorizada pelo presidente da câmara lisboeta, António “Quadratura do Círculo” Costa. Nada satisfeitos estão os alfacinhas com o acto de Sócrates e Teixeira dos Santos. “Deviam era ser presos!”, “Isto deve ser crime, certamente!” ou “A que horas é o Benfica?” foram algumas das reacções zangadas. Até ao momento, o socialista que preside à autarquia da capital não se mostrou disponível para comentar o caso, até porque ninguém lhe pediu.

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