Jogadores do Benfica da próxima época vão falar dialecto “JorgeJesusês” para confundir os adversários em campo

António Marques 10 de Julho de 2010

No Paraguai-Espanha, onde Camacho festejou o golo espanhol com um fanatismo que faz o comentador do Benfica TV parecer o Daniel Sampaio, os jogadores falaram em dialecto. Os paraguaios falaram em guarani, Xavi e Iniesta falaram em catalão e Sérgio Ramos e Casillas falaram no dialecto gay, inventado por Almodóvar na movida de Madrid dos anos 80. O IP sabe que o Benfica vai comunicar no dialecto “JorgeJesusês”, tão incompreensível como era para os ocidentais o egípcio antes da Pedra de Roseta ou o hitita, antes da Pedra de Teresa Caeiro. Nos anos 90, o intelectual Artur Jorge quis que os jogadores do Benfica falassem num código que usava poemas de Baudelaire, Rimbaud e Verlaine, o que não conseguiu, pois Vitor Paneira, João Pinto e Hélder odiavam os franceses, querendo comunicar com poemas de Yeats, Walt Whitman e T.S Eliot. A.M

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